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O que é preciso para ser um bom gestor? 7 dicas práticas

Estar à frente de uma empresa nem sempre é uma tarefa fácil. Para ser um bom gestor são muitos os processos a se encarar. Há as especializações para manter os conhecimentos técnicos e práticos sempre atualizados sobre o mercado de atuação do setor.

É preciso ainda ter foco no desempenho econômico do segmento. Os gestores precisam estar sempre atentos às despesas e receitas para ter total visão sobre as finanças da empresa. Assim, fica mais fácil implantar novas estratégias ou modificar as atuais para aumentar as vendas e melhorar os produtos ou serviços oferecidos. Além disso, esse controle é importante para otimizar os processos da equipe. Isso contribui na manutenção da produtividade, sendo possível realizar ajustes e reparos na distribuição das atividades.

E por falar em equipe, este é outro fator que demanda atenção e até certa preocupação. Afinal de contas, o bom desempenho da empresa está relacionado ao trabalho dos colaboradores. Deste modo, o engajamento entre o time de profissionais e a gestão é de suma importância, pois à medida que as relações são desenvolvidas com fluidez, os resultados serão positivos. O sucesso de uma empresa está relacionado, também, à força de trabalho dos funcionários. Quando o cenário é negativo, onde há embate entre gestor e colaborador, as consequências também serão.

Ser gestor está além de delegar tarefas. É um processo longo e que com o passar do tempo deve ser aprimorado, tanto para o sucesso pessoal, quanto da empresa como um todo.

E é por isso que separamos sete dicas neste artigo que podem te ajudar a ter clareza diante dessa tarefa árdua, porém satisfatória. Confira!

Defina metas e objetivos com clareza

Aquela pergunta clichê, mas que faz todo sentido, cabe muito bem aqui:  onde você quer chegar? Quais são as metas para o ano que vem? E para os próximos cinco anos? Como pretende definir a sua excelência? Através do aumento das vendas e a diminuição dos gastos? Quer se tornar um profissional melhor – e o que “melhor” significa para você? Ser mais produtivo? Obter as respostas para essas perguntas pode ser trabalhoso, mas farte do planejamento da sua empresa e da sua carreira de gestor.

Cuide dos colaboradores

Esteja atento a quem está ao seu lado. As empresas são feitas de pessoas. Por isso, preserve aqueles que trabalham com ou para você. Estimule suas habilidades, proporcione ambientes de trabalho produtivos, crie conexões entre os setores, inspire cada um com a sua performance. Esteja presente e focado, proporcionando vínculos de união e compartilhamento. Leve direcionamento ao grande grupo e esteja aberto a receber novas ideias. Afinal, há uma frase que diz “sozinho vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe”.

Questione o processo

O que impede a sua empresa de crescer no atual momento? Quais são os problemas em equipe? Por que os prazos não foram cumpridos? O que pode ser modificado na rotina de produtividade de cada um que surtirá efeito no todo? Liste todas as dificuldades para você questioná-las, procurar soluções e resolver um a um. Lembre-se que com o passar do tempo, um processo que funcionou anteriormente, pode não ser válido no agora.

Esteja atento às finanças

Observe não somente aquilo que está entrando em caixa como forma de resultado, através de metas cumpridas e vendas. É necessário avaliar os valores de investimentos para a empresa. Para aquilo que você se propôs a fazer defina um orçamento que seja consistente e alinhado com a realidade financeira da empresa.

Lembre-se sempre do seu cliente

Saber quem são todos os seus clientes é primordial. Quais são os setores que dependem do seu trabalho? Eles estão recebendo o devido atendimento? Os problemas deles estão sendo sanados? Como está a relação de vocês? Há proximidade, diálogo e entendimento? Esteja atento (a) a estas pessoas, às suas necessidades, como desejam receber os produtos ou serviços, e de que forma você, sua equipe e a sua empresa podem ajudar os seus clientes cada vez mais.

Seja um líder, não um chefe

Lembre-se: o conceito de chefiar está ultrapassado. Foi-se o tempo das imposições de ordens e do pouco entrosamento com os colaboradores. Seja referência à sua equipe. Seja parte integrante dela e converse com os colaboradores. Assim você vai criar um canal de comunicação com uma via de mão dupla.

Desse modo, você, gestor, vai estar por dentro das reais necessidades da equipe conseguirá despertar o sentimento de pro atividade em cada um.

Entenda o conceito de gestão e se adapte às mudanças

Para ser um bom gestor é importante saber que esse é um trabalho que não tem fim. Observando os comportamentos dos últimos anos, os perfis dos gestores e a forma de administrar uma empresa mudou. Claro, o foco continua sendo a realização profissional e os lucros através disso, mas com o passar das décadas e a partir das inovações tecnológicas, houve uma modificação na forma de atuar, nas empresas, e nas pessoas como um todo. E a partir disso, a forma de trabalho de uma época influencia novas tendências e comportamentos na sociedade.

Nos próximos cinco anos, o trabalho de gestão de pessoas, vai exigir outros aspectos dos líderes. Sendo assim, essa é um tipo de atividade que você vai desempenhar na sua vida profissional e que não tem linha de chegada. É um trabalho de aprimoramento contínuo e que vai exigir de você muito jogo de cintura.

Pode ser que você iniciou sua trajetória gerenciando pessoas da geração X (ou você mesmo pertence a esse grupo). Hoje, você trabalha com pessoas da penúltima geração, chamada Millennials, que tem uma outra forma de mindset empresarial. Você sabe a diferença entre as gerações? Vamos lá:

Baby Boomers

No período de 1946 a 1964 surgiram os Baby Boomers, uma geração totalmente focada ao trabalho. O espaço de trabalho limitava-se ao escritório. As responsabilidades eram individuais e específicas e todos sabiam a hora certa de começar e terminar o trabalho. Naquela época, após as guerras mundiais, as instituições representavam a estabilidade que todos almejavam. Por isso, fazia todo sentido vestir a camisa da empresa e responder positivamente às estruturas lineares e hierárquicas. Contudo, ao escolher uma carreira, essa decisão ia ser praticamente para o resto da vida. Por isso, muitos trabalharam na mesma empresa durante anos, até se aposentar.

Os mais velhos ensinavam aos mais novos, pois eram os anos de experiência que levavam ao crescimento na empresa. Ter um emprego garantia status social e era o primeiro passo para constituir família. O trabalho não se misturava com vida pessoal. Nada de hora extra em casa! Mas os Baby boomers trabalhavam muito. E isso tinha a ver com disciplina e honra. Sacrifícios diários garantiam o sustento da família. E sabiam que a recompensa viria, mesmo que demorasse um pouco.

Geração X

Já entre 1965 e 1979 surgiu a geração X, que definiu a relação de tempo entre trabalho e recompensa. Super confiantes, extrovertidos, competitivos, e fazendo o possível para ascender profissionalmente, estavam sempre em busca das melhores propostas, pois na época sucesso era sinônimo de ser jovem e rico. Uma ideia lucrativa podia facilmente colocá-los na posição de chefe, com base na meritocracia, e não na experiência. Procurando formas de se destacar pessoalmente e serem independentes, dependiam de diplomas, MBA’s e PHD’s para sair na frente dos concorrentes. O espaço de trabalho foi estendido para o happy-hour e essa mistura de vida pessoal com profissional tornou o  workaholic alguém admirável. Vencia aquele que chegasse à diretoria no menor tempo possível. E então viver imediatamente o prazer das conquistas.

Millennials

Entre 1980 e 1995 outro geração surgiu: a dos Millennials. E hoje, a jornada parece um pouco diferente. Parece mais importante curtir o caminho do que apenas chegar ao destino final. em um tempo onde o prazer determina a realização profissional eles sabem como reconhecer oportunidades que combinam paixão com trabalho. Aqui, o sinônimo de sucesso é prazer. A economia criativa, novas profissões, o bom do empreendedorismo e a nova força coletiva estão dando vida a um cenário diferenciado do que foi vivido no mundo empresarial até então. A velocidade com que se conectam com o mundo dá o ritmo para as relações de trabalho. A pirâmide empresarial tradicional mudou completamente. Aqui, a ideia é trabalhar coletivamente, em um relacionamento de igual para igual, trocando conhecimentos para a realização de um mesmo objetivo.

Com a internet, a forma de buscar novos aprendizados e criar algo novo é rápida e desprendida. Além de estar a frente de uma empresa é importante ter um propósito que pode ser exercido de várias formas e ao mesmo tempo. mobilidade, espaços compartilhados, home-office e a possibilidade de criar o próprio horário de trabalho fazem do trabalho uma constante em qualquer lugar, a todo o momento. é possível transformar uma simples ideia e negócios milionários. Afinal, é possível conversar com um cliente ou definir um planejamento com um colaboradora através de uma reunião pelo celular, tablet ou notebook. A flexibilidade aqui é a palavra-chave. E tudo isso vai de encontro a um ponto interessante: quem se adapta melhor, pode evoluir com as mudanças.

Eles representam a nova força de trabalho global e tem grandes aspirações. Metade deles já possui ou planeja ter o próprio negócio. Devido a sua mentalidade digital, líquida e coletiva estão afetando o jeito de se trabalhar no futuro.

Todos esses processos auxiliam na sua evolução de desenvolvimento pessoal e profissional. Assim, você ganha qualidade na execução das suas tarefas e também nas atividades dos seus colaboradores. Todos crescem, rumo ao mesmo objetivo.

Um bom gestor deve estar aberto às novidades, contar com uma equipe pró-ativa e a par de tudo que acontece na empresa. Por isso, contar com o auxílio de profissionais da área de inteligência de negócios pode fazer toda a diferença.

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